Veja aqui as Dúvidas Frequentes

Contábil

Quais documentos enviar à Contabilidade?

Mensalmente, o cliente da Contabilidade Dias deverá nos enviar os seguintes documentos originais:

Notas Fiscais emitidas
Notas Fiscais recebidas
Impostos pagos
Boletos bancários
Despesas diversas: água, luz, telefone, alimentação, aluguel, condomínio, etc.
Extrato bancário
Despesas com pessoal

Obs.: Não serão aceitos, em qualquer hipótese, documentos não relacionados a atividade da empresa, sendo que os mesmos serão arquivados como não contabilizados e devolvidos posteriormente.

Saiba um pouco mais sobre os principais indicadores contábeis

Vários são os indicadores possíveis de serem calculados a partir das demonstrações contábeis de uma empresa, que irão variar de acordo com o objetivo do usuário da informação contábil. De forma sucinta, entretanto, apresentamos os que consideramos serem os mais utilizados no mercado:

Análise Horizontal – A Análise Horizontal tem como objetivo o exame da evolução histórica de cada uma das contas que compõem as demonstrações contábeis. Tradicionalmente, em tal análise toma-se o primeiro exercício como referencial, utilizando-se a base 100, estabelecendo a evolução dos demais exercícios comparativamente à base inicial, de modo a inferir os acréscimos e diminuições de cada conta contábil ao longo do período analisado.

Análise Vertical – O propósito da Análise Vertical é mostrar a participação relativa de cada item de uma demonstração contábil em relação a determinado referencial. No balanço patrimonial, por exemplo, é comum determinarmos qual o percentual de cada rubrica (e grupo de rubricas) em relação ao ativo total. Já no demonstrativo de resultado, costuma-se comparar as contas de resultado em relação a receita operacional líquida, para identificar a representatividade de cada uma das demais rubricas de receitas, custos ou despesas.

Quociente de Liquidez Corrente – Tal índice tem como objetivo apontar quanto a empresa possui em dinheiro mais bens e direitos realizáveis no curto prazo (próximo ano), comparando com suas dívidas a serem pagas no mesmo período. O interessante é que tal indicador seja superior a 1, mostrando que a empresa conseguirá arcar com seus compromissos de curto prazo sem necessitar de outras fontes de financiamento.

Índice de Solvência Geral – Esse índice tem como objetivo mostrar quanto a empresa possui em dinheiro, bens e direitos realizáveis a curto e longo prazo, para fazer face às suas dívidas totais. O ideal é que tal indicador seja superior a 1 e o mais positivo possível, o que representaria uma superioridade do Ativo da empresa se comparado ao seu Passivo.

Margem de resultado – O referido índice compara o resultado líquido em relação à Receita Operacional Líquida, fornecendo o percentual de lucro/prejuízo que a empresa obteve em relação ao seu faturamento. O ideal é que o índice atinja o maior percentual positivo possível, o que mostraria uma boa rentabilidade da empresa.

Retorno sobre o Ativo – Esse indicador representa a lucratividade que a empresa propicia em relação aos investimentos totais. A sua interpretação indica a porcentagem de lucro líquido em relação ao ativo total, sendo que o ideal é que tal índice seja o maior possível.

Retorno sobre o Patrimônio Líquido – Tal índice representa quanto de lucro líquido os acionistas ou proprietários da empresa estão obtendo em relação aos investimentos realizados no empreendimento. É uma medida de particular interesse para os acionistas e futuros investidores, pois demonstra o retorno sobre o capital próprio e pode ser comparado a outras opções de investimento no mercado, tais como poupança, fundos e outras ações e negócios. O ideal é que esse índice seja o maior possível.

"Socorro! Não entendo o meu contador..." - Uma maneira didática de auxílio na interpretação da linguagem contábil

Dizem por aí que o contador é alguém que resolve um problema que você não sabia que tinha, de um modo que você não entende. Não precisa ser assim.

O profissional contábil assumiu uma posição estratégica nas empresas, o que implica dizer que ele atua colado ao empresário. Os balanços e demonstrativos elaborados por ele fazem parte das tomadas de decisões, mas isso só tem efeito prático quando o diálogo entre as partes é claro, o que nem sempre acontece.

A linguagem do contador, aquele “contabilês” difícil, muitas vezes se apresenta como uma barreira intransponível ao empresário. “Não é algo gratuito. É que existem normas nacionais e internacionais que precisam ser seguidas”, diz Wilson Gimenez. “O que não impede o contador de interpretá-las para o cliente. É preciso lembrar que um balanço ou um relatório não pertence ao contador, mas sim à empresa”, acrescenta.

A elaboração de balanços, demonstrativos e relatórios mais fáceis de serem entendidos, com o uso de linguagem coloquial, é um caminho para um melhor entendimento. Por outro lado, alguns termos básicos, usados quase que instintivamente pelo contador, também podem – e devem – fazer parte do vocabulário do empresário.

Aqui há alguns desses termos que ajudarão o empresário a assimilar mais e melhor as informações apresentadas pelo seu contador. Essa lista pode crescer com sua ajuda.

BALANÇO PATRIMONIAL
É uma fotografia que mostra a situação da empresa em determinada data. De um lado do balanço aparece tudo o que a empresa detém que possui valor econômico (os bens), como seus equipamentos instalados, seus imóveis, suas marcas, entre outros. Aparecem também os recursos que a empresa ainda tem para receber (os direitos), como valores depositados ou aplicados em instituições financeiras, ou valores decorrentes de vendas a prazo, títulos, e por aí vai. Do outro lado do balanço aparecem os valores que a empresa têm de pagar a terceiros (as obrigações), como salários, aluguel, fornecedores, impostos e outros. Os bens e direitos formam o ativo da empresa. As obrigações, o passivo.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Consiste na diferença, positiva ou negativa, entre o ativo e o passivo da empresa. Por exemplo, se a empresa tem um ativo de R$ 1 milhão e um passivo de R$ 300 mil, seu patrimônio líquido será de R$ 700 mil. De maneira simplificada, são os resultados acumulados pela empresa ao longo da sua existência, que podem ser lucros ou prejuízos. Entram nessa conta, por exemplo, o capital social, reservas, ajustes patrimoniais e ações em tesouraria.

CAPITAL SOCIAL
É a quantia de recursos necessária para viabilizar o início das atividades de uma empresa enquanto ela ainda não possui faturamento suficiente para arcar com seus gastos. Os recursos que compõem o capital social podem ser em espécie ou na forma de bens.

A RECOLHER
Em geral assume o mesmo sentido de pagar, mas para o caso de tributos. Os tributos a recolher são aqueles apurados até a data do fechamento do balanço patrimonial ou balancete mensal, sendo que seu vencimento e respectivo pagamento deverão ocorrer em data subsequente. Os tributos a recolher fazem parte do passivo da empresa.

A RECUPERAR
Diz-se para aqueles tributos embutidos nos preços das mercadorias ou serviços adquiridos pela empresa e que poderão se transformar em crédito para abatimento dos tributos a recolher. Os saldos dessas contas fazem parte do ativo da empresa.

CUSTOS
São valores aplicados na produção de bens ou serviços. Aqueles que podem ser facilmente atribuídos à produção de algum bem ou serviço são chamados de custos diretos, a exemplo dos gastos com matéria prima. Já aqueles que não podem ser diretamente relacionado a produção de um determinado bem ou serviço são chamados de custos indiretos, como, por exemplo, gastos com energia elétrica.

DESPESAS
São os gastos que não estão relacionados direta ou indiretamente com a produção de bens ou serviços (estes seriam os custos), mas são necessários para a manutenção das áreas administrativas e de vendas da empresa. Aqui entram os salários, material de escritório, investimentos em publicidade, entre outros. Também são consideradas despesas os dispêndios financeiros, tais como juros, tarifas bancárias e demais encargos de financiamento.

CUSTOS OU DESPESAS FIXAS
Aqueles que incorrem independentemente da produção ou do faturamento terem ou não acontecido. Por exemplo, aluguel, energia elétrica, comunicação, salários da administração e outros.

CUSTOS E DESPESAS VARIÁVEIS
Aquelas que estão atreladas à produção ou faturamento da empresa, tais como: comissões, gastos com embalagens, entre outros.

Fonte: Diário do Comércio

Fiscal

Como obter descontos no IPTU em Belo Horizonte?

Contribuinte de BH que exigir documento vai acumular pontos e poderá economizar até 30% no imposto sobre os imóveis

Você tem o hábito de pedir a nota fiscal eletrônica dos serviços que contrata? Se não, pode perder a chance de ganhar descontos no pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). O benefício, criado com o programa BH Nota 10, foi a forma encontrada pela Prefeitura de Belo Horizonte para estimular o contribuinte a cobrar a nota fiscal e com isso alavancar a arrecadação de impostos.

De acordo com o BH Nota 10, as pessoas físicas vão ter o direito de acumular 30% do ISS devido à prefeitura para efeito de desconto no IPTU, até o limite também de 30%. Já as pessoas jurídicas (empresas) e condomínios dos edifícios residenciais ou comerciais vão poder acumular 10% do ISS de cada prestação. “É importante que o consumidor peça a nota fiscal. O programa vai estimular a legalidade, diminuir a sonegação, economizar papel e tende a aumentar a receita da prefeitura”, afirma o prefeito Marcio Lacerda.

Para aderir ao programa, a pessoa não precisa fazer nenhum cadastro no site da prefeitura. Basta pedir no estabelecimento comercial a nota eletrônica. Com o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), o crédito é transferido automaticamente para o IPTU do imóvel. Na guia do IPTU do exercício seguinte, vai ser informada a parcela de desconto pela emissão da nota fiscal.

A pessoa física que acumular mais de 30% do ISS, vai poder destinar o crédito para outro beneficiário. Para isso, basta indicá-lo no site www.fazenda.pbh.gov.br/crediptu. O crédito não utilizado perde o valor e não vai poder ser aproveitado em outros exercícios.

TIRA-DÚVIDAS
1 – Eu preciso fazer algum cadastro para ter o benefício?
Não. Se você pediu a nota fiscal eletrônica, o sistema vai rastrear o seu CPF e fazer o crédito automático no IPTU do imóvel. A guia do ano seguinte vai informar a parcela do desconto

2 – Como e quando vou poder saber se tenho crédito pela emissão de nota fiscal de serviço eletrônica?
No período de 1º a 30 de novembro de cada exercício. A consulta vai estar disponibilizada no endereço eletrônico www.fazenda.pbh.gov.br/crediptu.

3 – Qual é o valor máximo de desconto que a pessoa física e a jurídica podem acumular referente ao IPTU?
A pessoa física terá o direito de acumular 30% do ISS devido. Já as pessoas jurídicas (empresas), condomínios dos edifícios residenciais ou comerciais vão poder acumular 10% do ISS de cada prestação.

4 – Se eu acumular um valor acima d e 30%, posso transferir para o IPTU de outros imóveis próprios ou de outros beneficiários?
Sim

5 – Eu não tenho imóveis em BH, mas tenho crédito. Posso destiná-lo para algum outro imóvel em Belo Horizonte?
Sim. Basta indicá-lo em : www.fazenda.pbh.gov.br/crediptu. O crédito não utilizado perde o valor e não vai poder ser aproveitado em outros exercícios.

6 – Como eu fico sabendo se os créditos foram usados?
No momento em que a distribuição do crédito da nota fiscal for efetivada, a tela poderá ser impressa. Além disso, na guia do IPTU do exercício seguinte, vai ser informada a parcela de desconto pela emissão da nota fiscal.

Fonte: Estado de Minas (adaptado)

Regimes de tributação estipulados pela Receita Federal

Excluindo-se o lucro arbitrado, que ocorre na maior parte dos casos por falta de conhecimento de dados contábeis da empresa, e principalmente, pelo não reconhecimento da receita, a Receita Federal estabelece outros três tipos de tratamento tributários, ressalvadas as exceções, às empresas em geral: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

O Simples Nacional, disciplinado pela Lei Complementar 123/2006 (LC 123/06), consiste em uma forma tributária simplificada e unificada para as microempresas e empresas de pequeno porte que abrange, entre outros, a apuração e o recolhimento dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, mediante regime único de arrecadação, inclusive obrigações acessórias. Entretanto, algumas empresas com faturamento anual que se enquadrariam na condição estabelecida pela LC 123/06 não podem gozar desse benefício tributário por possuírem alguns impedimentos societários, como por exemplo, ser sócia de uma outra pessoa jurídica, exercer atividade de factoring, entre outros. O Simples Nacional é calculado com base na receita bruta auferida no mês, e em alguns casos, é utilizada uma razão entre a receita bruta e as despesas com funcionários e pró-labore.

As empresas optantes por esse regime de tributação são enquadradas em uma das seis tabelas/anexos criados pela lei para cálculo do imposto. O primeiro se refere às empresas de comércio, o segundo às do setor industrial, e os outros são referentes a empresas do setor de serviços. Essas tabelas contêm as alíquotas a serem aplicadas à receita bruta do mês, sendo que o percentual a ser utilizado em cada mês será o correspondente à receita bruta acumulada dos doze meses anteriores ao período de apuração.

O Lucro Presumido é uma forma de tributação que utiliza apenas as receitas da empresa para apuração do resultado tributável, tendo um grau de simplicidade bem maior em comparação com o cálculo pelo lucro real. A base de cálculo para IRPJ e CSLL é obtida através da aplicação de um percentual específico (presunção do lucro), que depende da atividade exercida pela empresa, sobre cada receita auferida pela mesma. Empresas que optam pelo Lucro Presumido normalmente recolhem o PIS e a COFINS através do método cumulativo.

O Lucro Real é o lucro líquido contábil do período-base, ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação do Imposto de Renda. A determinação do lucro real será precedida da apuração do lucro líquido de cada período-base, com observância do disposto nas leis comerciais, inclusive no que se refere à constituição da provisão para o Imposto de Renda. Empresas optantes pelo Lucro Real, via de regra, têm a tributação do PIS e da COFINS pelo método não cumulativo, e sua base de cálculo difere das do IRPJ e da CSLL.

Como preencher seu DARF?

O DARF é utilizado para efetuar os recolhimentos relativos a tributos e contribuições federais, devendo-se observar o seguinte quando de seu preenchimento:

CAMPO 01 – NOME
Coloque o nome e o telefone do contribuinte

CAMPO 02 – PERÍODO DE APURAÇÃO
Coloque a data de ocorrência ou do encerramento do período base:

a) o dia da apuração, no caso de imposto que deve ser pago no próprio dia da ocorrência do fato gerador (exemplo: o IRRF sobre rendimentos atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior ou a beneficiários não identificados);

b) o último dia da semana de apuração (ocorrência dos fatos geradores), no caso de imposto submetido à apuração semanal, ou seja, que deva ser pago semanalmente;

c) o último dia do decêndio de apuração, no caso de imposto submetido à apuração decendial. Exemplo: no Darf para pagamento do IPI correspondente a fatos geradores ocorridos no 3º decêndio de junho/2016, o campo 02 deve ser preenchido com o último dia desse decêndio, ou seja, 30.06.2016;

d) o último dia do mês de apuração, no caso de imposto ou contribuição apurado mensalmente. Exemplo: no Darf para pagamento da Cofins correspondente a fatos geradores ocorridos no mês de junho/2016, o campo 02 deverá ser preenchido com a data do último dia desse mês, ou seja, 30.06.2016;

e) o último dia do trimestre de apuração, no caso de imposto ou contribuição apurado trimestralmente. Exemplo: no Darf para pagamento das quotas do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro apurados no 2º trimestre de 2016 (pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral), no campo 02 deverá ser colocado: 30.06.2016;

f) o último dia do ano-calendário de apuração, no caso de imposto ou contribuição apurado anualmente. Exemplo: no Darf para pagamento de quota do Imposto de Renda Pessoa Física apurado na Declaração de Ajuste correspondente ao ano-calendário de 2015, no campo 02 deverá ser colocado: 31.12.2015.

CAMPO 03 – NÚMERO DO CPF OU CNPJ
Preencha com o número completo do CNPJ (14 dígitos), no caso de pessoa jurídica, ou com o número do CPF (11 dígitos), no caso de pessoa física.

CAMPO 04 – CÓDIGO DA RECEITA
Coloque o código correspondente à espécie de receita que estiver sendo paga.

CAMPO 05 – NÚMERO DE REFERÊNCIA
Indique o:

a) Código da Unidade da RFB responsável pelo despacho aduaneiro, se relativo ao recolhimento do imposto de importação e IPI vinculado à importação;

b) Número do lançamento, se relativo ao ITR;

c) Código do município produtor, se relativo ao IOF – Outro;

d) Número da respectiva inscrição, se relativo a débito inscrito em dívida Ativa da União;

e) Número do processo, se pagamento oriundo de processo fiscal de cobrança ou de parcelamento de débitos;

f) Número de inscrição no Departamento Nacional de Telecomunicações, se relativo à taxa FISTEL;

g) Número de inscrição do imóvel, se relativo a rendas do Serviço de Patrimônio da União.

CAMPO 06 – DATA DE VENCIMENTO
Coloque a data de vencimento do prazo legal para pagamento, mesmo nos casos de pagamentos antes ou após essa data.

CAMPO 07 – VALOR DO PRINCIPAL
Indique o valor do principal que está sendo pago.

CAMPO 08 – VALOR DA MULTA
Coloque o valor da multa devida, quando o pagamento estiver sendo feito após a data de vencimento indicada no campo 06.

CAMPO 09 – VALOR DOS JUROS E/OU ENCARGOS
Coloque o valor dos juros devidos, quando o pagamento estiver sendo feito a partir do mês seguinte ao do vencimento do prazo indicado no campo 06.

CAMPO 10 – VALOR TOTAL
Coloque o valor a recolher, igual ao indicado no campo 07, se o pagamento estiver sendo feito dentro do prazo indicado no campo 06, ou a soma dos valores indicados nos campos 07, 08 e 09, se o pagamento estiver sendo feito após esse prazo.

CAMPO 11 – AUTENTICAÇÃO BANCÁRIA
Espaço reservado para autenticação bancária

No mercado atual, onde as exigências são muitas, toda empresa ao terceirizar os seus serviços deverá fazê-lo procurando profissionais competentes. Estamos satisfeitos com os serviços contábeis, tributários e jurídicos a nós prestados pela Contabilidade Dias.